quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Trabalhador brasileiro: o eterno perdedor – Postagem: Luiz Carlos Nogueira

Não faço apologia das posições da Direita ou da Esquerda, mas este artigo que transcrevo serve para reflexão, pois o que quase sempre acontece em detrimento ao trabalhador, é a sanha pelo poder que facilita aos mal-intencionados, a persecução do enriquecimento sem causa. A vileza, o egoísmo e a rapinagem não tem lado político, posto que são deficiências e propensões ínsitas no ser de quem as praticam.

Luiz Carlos Nogueira – Vejam a matéria transcrita:

27/01/2010 - 06h20

Trabalhador brasileiro: o eterno perdedor

"Como tantos outros reacionários instrumentos implantados pela autoridade pública subserviente ao alto comando empresarial, sustentáculo do regime militar, o FGTS é uma excrescência por natureza"

Osvaldo Martins Rizzo*

“Loucura! Gritou o patrão, não vês o que te dou eu? Mentira! Disse o operário, não podes dar-me o que é meu”. (‘O Operário em Construção’ – Vinicius de Moraes)

Quatro dias antes de renunciar ao cargo de presidente da República, Jânio Quadros anulou as ilegais autorizações concedidas para a multinacional Hanna Mining Corporation, restituindo à reserva nacional o legítimo direito extrativista das ricas jazidas de ferro de Minas Gerais.

Empossado, o trabalhista João Goulart manteve a decisão de Jânio, mas, quando deposto pelo golpe militar em 1964, seus auxiliares reformistas - Celso Furtado, por exemplo - foram substituídos por elementos conservadores umbilicalmente ligados aos grandes interesses econômico-financeiros, como Octávio Gouveia de Bulhões, que atuaram para que a Hanna recuperasse a concessão da exploração das minas de ferro. Artigo publicado na revista Fortune, de abril de 1965, expôs o incontido prazer do imperialista em saquear riqueza alheia ao afirmar: “Para a Hanna, a revolta que derrubou Goulart na primavera passada chegou como um desses resgates de último minuto pelo Primeiro de Cavalaria”.

Indicadas pela classe patronal - que tinha num dos seus principais líderes o milionário banqueiro mineiro Magalhães Pinto, instigador do voluntarioso general Mourão Filho, iniciador da quartelada – as comprometidas novas autoridades zelaram pelos interesses dos mais abastados lançando a economia nas agruras dos efeitos ruinosos da alquímica correção monetária, embrião da subseqüente mega-inflação inercial que enriqueceu os banqueiros-agiotas; concentrou renda e impôs um brutal arrocho salarial atirando a maioria da classe trabalhadora num nível haitiano de pobreza.

Movidos pela ganância do lucro fácil com a selvagem exploração do trabalhador, os patrões - além de patrocinar a Operação Bandeirantes, cujos impunes facínoras torturaram e assassinaram inocentes brasileiros - exigiram dos generais a intervenção nos sindicatos obreiros para acabar com a estabilidade no emprego. Assim nasceu outro dos muitos instrumentos casuísticos criados pela convergência das forças empresarial-militar que mandou no País por vinte e um anos: o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) instituído pela Lei nº 5.107/66.

Como tantos outros reacionários instrumentos implantados pela autoridade pública subserviente ao alto comando empresarial, sustentáculo do regime militar, o FGTS - uma antidemocrática poupança compulsória - é uma excrescência por natureza. Não é surpresa a constatação feita pelo ‘Instituto FGTS Fácil’ de que o seu estoque de recursos financeiros - um patrimônio do trabalhador - está se desvalorizando aceleradamente ante a inflação, notoriamente nas últimas décadas.

Usado politicamente para fomentar a desenfreada corrupção quando emprestado a vários municípios para financiar a construção de obras públicas de infraestrutura, o saldo dos recursos do FGTS vem se depreciando rapidamente como consequência, notadamente, do descasamento entre o indexador financeiro que o remunera e o de preços que refletem a inflação oficial.

O mais recente ataque aos cofres do FGTS deu-se através da emissão da Resolução nº 578 do seu Conselho Curador autorizando a aquisição de papéis gerados por firmas privadas com graves dificuldades de caixa que afugentam os bancos comerciais na concessão de crédito. Com isso, gastou-se R$ 4,5 bilhões na compra de títulos ilíquidos emitidos por empresas do setor habitacional e cotas de fundos de investimento em recebíveis imobiliários incapazes de gerar qualquer ativo produtivo.

Se, com o tempo, os bônus comprados pelo FGTS se valorizarem e puderem ser revendidos ao setor privado poderá restar preservado, a valores correntes, o patrimônio do trabalhador. Todavia, caso a recorrente inadimplência do ramo habitacional derrube os preços dos papéis e, desse modo, não sejam transferidos por falta de comprador, deveras, estará caracterizada uma operação de simples doação de recursos do trabalhador para o setor patronal, sem qualquer contrapartida. Noutras palavras: o administrador do fundo apostou dinheiro alheio adquirindo títulos de alto risco que podem indispor de valor residual futuro.

Esse fato diminui a já frágil garantia atual de que o trabalhador possa, quando se aposentar, sacar integralmente os valores a que tem direito ainda que nas mui restritivas situações permitidas pela Lei Regente, um dos malévolos legados da ditadura militar que, como alguns velhos congressistas neo-udenistas, ainda teimam, como verdadeiros mortos vivos, em assombrar o trabalhador brasileiro.

*Osvaldo Martins Rizzo – engenheiro e ex-conselheiro do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Fonte: Site e o “Congresso em Foco” – Coluna Forum – clique aqui para conferir

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Projeto acaba com exigência de depósito para recurso de empregador – postado por Luiz Carlos Nogueira


15/01/2010 13:00

Projeto acaba com exigência de depósito para recurso de empregador



Clóvis Fecury: exigência de depósito recursal desrespeita a Constituição.




A Câmara analisa o Projeto de Lei 6015/09, de autoria do deputado Clóvis Fecury (DEM-MA), que acaba com a exigência do chamado depósito recursal para ações trabalhistas. Desde agosto de 2009, o valor desses depósitos chega a R$ 5.621,90 para recurso ordinário e até R$ 11.243,81 para outras modalidades de recurso.

Clóvis Fecury ressalta que a Justiça do Trabalho não tem aceitado recursos dos empregadores que não estejam acompanhados do depósito prévio em conta vinculada do trabalhador. Para o parlamentar, essa exigência contraria a Constituição, que garante o direito de petição no Poder Judiciário, independentemente do pagamento de taxas.

"Essas violações ocorrem porque privam o jurisdicionado da apreciação, pelo Judiciário, de seu inconformismo, bem como impedem o exame da matéria em sede de grau recursal, limitando o direito à ampla defesa", afirma.

O deputado acrescenta que qualquer iniciativa para impor a uma das partes um ônus, notadamente a antecipação da execução, provoca o desequilíbrio processual entre os litigantes e ocasiona desigualdade, também repudiada pelo texto constitucional.

"Não podemos nos esquecer do pequeno empresário, do empresário individual, do empregador doméstico, do pequeno agricultor. Nos dias atuais, a maioria esmagadora dos empregadores do Brasil são micro, pequenos e médios empresários que, frente a uma exigência inconstitucional, acabam ficando descapitalizados ou impedidos de ver apreciado o seu apelo", defende.

Fecury afirma que o valor do depósito pode ser insuficiente em alguns casos e excessivo em outros. "No primeiro caso, [o depósito] nada garantirá e, no segundo, onerará desmesuradamente o recorrente", exemplifica.

Adiamento dos processos
O deputado discorda que a exigência de depósitos possa ser útil contra recursos procrastinatórios. Na opinião dele, quem emperra o andamento dos processos com uma quantidade expressiva de recursos, na maioria das vezes para adiar o processo, são as grandes empresas, que dispõem de plena capacidade financeira.

"Nesses casos, mais importante do que o depósito seria a caracterização da litigância de má-fé, aplicando ao infrator as penalidades já previstas", diz o deputado.

A proposta modifica trechos da Consolidação das Leis do Trabalho (Decreto-Lei 5.452/43) e também das lei 5.584/70, 7.701/88 e 8.177/91.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:
PL-6015/2009

Reportagem - Juliano Pires
Edição - Pierre Triboli

Fonte: Agência Câmara de Notícias – clique aqui para conferir

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

É CLARO QUE TEM SINDICALISTA HONESTO - QUE SIRVA DE EXEMPLO - Matéria postada por Luiz Carlos Nogueira

9/10/2009 18:37:51 - Jornal do Senalba-MS
Presidenta devolve salários ao cofre do SENALBA

Para conferir cliquem no link:

http://www.senalbams.com.br/vernoticia.aspx?ID=1273

Demonstrando a seriedade com que conduz o Sindicato a presidenta Maria Joana Barreto Pereira depositou na conta bancária do SENALBA/MS, nesta semana, o valor referente aos salários que recebeu enquanto aguardava a decisão judicial sobre o seu afastamento do quadro de trabalhadores do SESI.

Depois que assumiu a presidência colaborando para o fortalecimento do Sindicato, Maria Joana enfrentou uma ação judicial para impedir que o Sistema Fiems a demitisse com justa causa, com alegação de abandono de Emprego. Durante este período, de dezembro de 2008 até agosto de 2009, com o consentimento dos trabalhadores em Assembléia Geral, o Sindicato efetuou o pagamento do salário da presidenta.

Em setembro deste ano, a justiça reconheceu que a demissão emitida pelo Sistema Fiems (SENAI-SESI-IEL) era ilegal, pois fere a Constituição Federal que assegura a liberdade Sindical. Assim, Maria Joana foi recolocada no quadro de empregados e a Federação restituiu os salários não pagos durante o tempo em que ela esteve com o seu contrato de trabalho suspenso.

"Por uma questão de honestidade, justiça e de caráter assim que recebi a restituição dos salários, depositei na conta do Sindicato. Se eu estava recebendo os meus vencimentos através do SENALBA, logo o valor recebido é do Sindicato", afirma a presidenta.

Fonte: Adriana Miceli - SENALBA/MS

domingo, 21 de junho de 2009

ADUFF envia: Informandes Online nº 96



SINDICATO NACIONAL DOS DOCENTES DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR - ANDES-SN


Nº 96 - Brasília-DF, 19 de junho de 2009
Resumo das principais notícias publicadas esta semana em www.andes.org.br

Quatro mil servidores protestam contra privatização dos serviços públicos
Os servidores públicos federais atenderam ao chamado do Fórum Nacional contra o PLP 92 e foram às ruas, nesta terça-feira (17/6), protestar contra o projeto que privatiza os serviços públicos, inclusive os essenciais. Em Brasília (DF), a passeata que ocupou a Esplanada dos Ministérios contou com a participação de 4 mil servidores, conforme cálculo dos organizadores, e 3 mil, segundo a Polícia Militar. Leia mais>>

NOTA DA DIRETORIA: Sucesso na mobilização contra o PLP 92/07
O ANDES-SN, como entidade integrante do Fórum Nacional de Lutas contra o PLP 92/07 – que autoriza o poder público a instituir as chamadas Fundações Estatais de Direito Privado –, participou das manifestações realizadas em Brasília, no dia 17/06, com o objetivo de barrar sua votação, na Câmara dos Deputados. Leia mais>>

Povo haitiano vive exploração econômica e repressão política
Depois de denunciarem ao Senado Federal o caráter repressor da Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti – Minustah (sigla derivada do francês: Mission des Nations Unies pour la stabilisation en Haïti), os haitianos Didier Dominique e Frantz Dupuche falaram ao InformANDES Online sobre a luta daquele povo por um novo salário mínimo, denunciando, mais uma vez, a utilização das missão da ONU como instrumento de repressão pela “burguesia têxtil”. Leia mais>>

Reportagem do Estadão relata relações do líder do Proifes com o governo federal As estranhas relações do líder do Proifes com o governo federal foram destaque da edição de segunda-feira (15/6) do jornal O Estado de S. Paulo . A reportagem “Líder de professores atua no governo”, publicada na página 8 do 1º caderno, relata que o ANDES-SN vai pedir ao Ministério Público Federal – MPF que investigue o projeto de extensão mantido entre a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e o Ministério do Planejamento, no valor de R$ 370 mil, que beneficia o presidente do Proifes. Leia mais>>

'Regularização do registro sindical é certeza do dever cumprido', diz deputado
O deputado Mauro Nazif (PSB-RO), presidente da subcomissão da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público – CTASP da Câmara dos Deputados, criada para auxiliar o ANDES-SN na interlocução com o governo federal, comemorou o restabelecimento do registro sindical da entidade, conforme despacho do ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, publicado no Diário Oficial da União, em 5/6. Leia mais>>

Empresários defendem seus interesses na comissão da reforma universitária
A quinta reunião ordinária da comissão especial que analisa o Projeto de Lei nº 4.212/04 (reforma universitária) foi realizada ontem (16/6), na Câmara dos Deputados, com a participação de representantes de sete entidades empresariais. Todos defenderam bem seus interesses, criticando a falta de uma “regulamentação estrutural” para o setor compatível com suas visões e a atuação do Ministério da Educação e Cultura – MEC, que para eles assumiu o papel de regulador do setor. Leia mais>>

ENTREVISTA/Ciro Correia: O outro lado da expansão universitária
O presidente do Sindicato Nacional dos Docentes do Ensino Superior critica as recentes medidas anunciadas pelo Governo Federal para a universidade pública.
Leia mais>>

Governo empresta ao FMI dinheiro que corta das áreas sociais
O governo emprestará US$ 10 bilhões ao FMI, comprando parte dos US$ 500 bilhões em títulos desta instituição, que serão emitidos para permitir que o Fundo possa continuar emprestando e impondo aos países as suas políticas que se mostraram falidas pela crise global, como as privatizações e os cortes de gastos sociais. Leia mais>>

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Festas de 1º de Maio reúnem 900 mil pessoas em São Paulo



Festa de 1º de Maio da Força Sindical em Santana, zona norte de São Paulo

EPAMINONDAS NETO
YGOR SALLES
da Folha Online

Atualizado às 16h42.

As três principais festas das centrais sindicais pelo 1º de Maio reúnem cerca de 800 mil pessoas em São Paulo, número bem menor que em anos anteriores. O maior público compareceu à festa da Força Sindical, na zona norte: 600 mil pessoas, segundo estimativas da PM (Polícia Militar). A festa da UGT (União Geral dos Trabalhadores), na região central, tem público de 200 mil segundo a organização do evento, e a da CUT (Central Única dos Trabalhadores), na zona sul, 100 mil de acordo com a PM. Em todas, o emprego no Brasil foi o tema principal.

Na festa da Força Sindical, realizada na praça Campo de Bagatelle, em Santana, as comemorações começaram às 7h e vão até as 18h.

Neste ano, a Força estima reunir 1 milhão de pessoas para assistir 30 shows gratuitos, de artistas como os sertanejos Daniel e a dupla Rick e Renner, o padre Marcelo Rossi e o trio pop KLB. Nas festividades do ano passado, a estimativa foi de 1,2 milhão no mesmo local.

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, passou pelo local de manhã. Ele disse que o mês de abril vai ser melhor ainda que o de março em termos de criação de vagas formais. Ele indicou que, inclusive, as novas vagas podem ser suficientes para deixar o saldo de empregos positivo em 2009. "Os números [fechados] de abril eu ainda não tenho, mas vai ser melhor que março."
Robson Ventura/Folha Imagem



Além dos shows, o público também já foi 'submetido' ao habitual regime de discursos políticos. Passaram pelo palco da Força os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Aldo Rebelo (PC do B-SP), o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) e o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem uma participação marcada para as 17h (hora de Brasília), por meio de transmissão ao vivo do Rio, que deve ser mostrada no telão disponível no palco.

Na festa da CUT em Cidade Dutra (zona sul), a festa sem grandes shows e patrocínio --decisão da própria sindical, que decidiu não pedir fundos às empresas por causa da crise econômica-- atrai público bem inferior à média. A central também promove atos no Itaim Paulista (zona leste), até as 18h. Entre os destaques estão apresentações do Teatro Mágico e Tribo de Jah.

Quem falou sobre emprego por lá foi o presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP). Ele disse o governo não pretende atrelar as ajudas e incentivos dados à indústria à obrigação de manter o nível de emprego. Segundo ele, tal atitude não produz resultado positivo e já mostrou, em outros tempos, que não funciona.

Segundo ele, como sindicalista, entende a reivindicação das centrais sindicais para a manutenção de empregos. "Mas, ao mesmo tempo, o governo tem a preocupação de não engessar os setores", afirmou, lembrando que determinadas empresas de um mesmo setor podem ter condições de contratar, enquanto outras, por uma questão de mercado, têm mais dificuldades.

As centrais sindicais UGT (União Geral dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras Brasileiros) e NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores) fazem neste ano uma festa conjunta, que ocorre na avenida São João (centro) desde as 13h.

Os shows programados são de Victor & Leo, Daniel, Alexandre Pires, Leci Brandão, KLB, Sorriso Maroto, Inimigos da HP, entre outros.

Das principais centrais sindicais, apenas a Conlutas não fará festa na comemoração do 1º de Maio. Porém, programou um ato político na praça da Sé (centro).

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Dagoberto e Brizola Neto serão líderes do PDT na Câmara


Deputado Dagoberto Nogueira (MS)

O PDT, em reunião de sua bancada federal e Executiva Nacional, elegeu na tarde de ontem, por unanimidade, o deputado Brizola Neto(RJ), 30 anos - neto do líder histórico do PDT, Leonel Brizola- novo líder na Câmara dos Deputados pelos próximos seis meses, até 31 de julho de 2009, e, então a partir de 1º de agosto assume o cargo o deputado Dagoberto Nogueira (MS), pelo mesmo período.

Na reunião, também foi escolhido o candidato à suplência de secretário da Mesa Diretora da Câmara, deputado Giovanni Queiroz(PA).

Dagoberto Nogueira é deputado federal de primeiro mandato. Antes, ele foi deputado estadual e secretário de Estado de Segurança Pública e de Produção durante os dois governos de Zeca do PT.

A ascenção de Dagoberto ao posto de líder do PDT lhe dá projeção nacional, incluindo-o no time dos mais influentes políticos do Estado, já composto pelos senadores Delcídio do Amaral (PT) e Marisa Serrano (PSDB) e pelo deputado federal Waldemir Moka (PMDB).